Freepik Excessos etílicos podem gerar mais de 200 tipos de doenças Os casos de óbitos por uso abusivo de bebidas alcoólicas aumentaram em 47% entre 2020 e 2021 nos Estados Unidos, especialmente na faixa etária de 25 a 44 anos. Esta foi mais uma dentre as diversas consequências indiretas provocadas pela covid-19, segundo estudo científico recém-publicado no Jama Network Open, realizado por pesquisadores do Centro Médico Cedars-Sinai, na Califórnia. “Embora esses números tenham recorte local, eles se repetiram, em maior ou menor grau, em todo o mundo. Nos primeiros meses da pandemia, observamos uma explosão de registros de pacientes em unidades hospitalares particulares de cidades como Belo Horizonte, Vitória e Recife para tratar de complicações relacionadas ao abuso de álcool”, relata Rodrigo Felipe, presidente do Grupo First, responsável pelo convênio You Saúde. De fato, estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universi...
Dar calmante para cachorro pode ser essencial em certas situações, seja em viagens, procedimentos médicos, ou para lidar com ansiedade e estresse do animal. No entanto, como qualquer medicamento, os calmantes possuem potenciais riscos.
Toda e qualquer medicação só deve ser dada aos animais de estimação com prescrição médica de um veterinário, e com o calmante não é diferente. Uma dose errada pode acabar dopando o pet, gerar graves problemas de saúde e até levar à morte.
“Dar medicamentos a pets, principalmente calmantes, requer muito cuidado e conhecimento de um profissional. Caso seu animal vá passar por alguma situação de estresse ou que precise de qualquer tipo de ajuda, é importante que, antes de tudo, o tutor procure um médico veterinário para obter a melhor orientação sobre a medicação", aconselha Simone Cordeiro, diretora-comercial da Au!Happy, operadora de plano de saúde para pets pioneira no país.
Simone explica, ainda, que a administração errada do medicamento e da dosagem pode causar algumas alterações clínicas no animal como mudanças de comportamento, falta de coordenação, hipotensão, sonolência excessiva e, em alguns casos, reações gastrointestinais, como vômito ou diarreia.
Em todas as situações, o médico-veterinário irá avaliar a necessidade de dar ou não medicação ao pet. Porém, dependendo do caso, também podem existir outras maneiras de lidar com o problema apresentado, sem que seja preciso usar medicamento.
“Atualmente, já existem opções menos fortes para o organismo, mas ainda eficazes, que podem ser oferecidas a animais ansiosos. O uso de fitoterápico, feromônio, homeopatia e floral podem ser boas opções, caso seja recomendado pelo profissional”, conta Simone.